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Cinco erros mais comuns em salões de beleza

Por Luzia Costa, CEO da rede Beryllos

 

Cuidar das unhas é um hábito comum. Porém, o cuidado com a estética muitas vezes se sobressai a questões práticas que envolvem o ato de “fazer a unha”. Algumas mulheres se limitam a ter o zelo com o alicate esterilizado, no entanto há outros quesitos que precisam de atenção na ida ao salão de beleza, principalmente práticas que podem acarretar alguns problemas como, por exemplo, transmissão de algumas doenças sérias.
 

Listei 5 cuidados para se “inspecionar” na hora de ir ao salão e prevenir qualquer resultado indesejado. Confira:

 

Compartilhamento de esmaltes
 

É muito comum a precaução com o uso dos alicates e a maioria das pessoas leva o seu próprio material até o salão. Mas, o que muitas mulheres não sabem é que compartilhar os esmaltes também pode causar doenças sérias. A química deste produto não é capaz de eliminar as bactérias e fungos que podem existir após ter sido utilizado em unhas com algum tipo de doença como, por exemplo, a micose.
 

Para acabar com este risco, a Beryllos tem o cuidado de entregar um esmalte individual de 4ml. A cliente pode levar embora ou até mesmo descartar na própria unidade. Se você frequenta ou é dona de um salão de beleza, essa é uma prática que pode ser adotada.

 

Reutilizar materiais
 

Para ter total segurança é necessário que materiais como lixas e espátulas de madeira sejam descartados a cada utilização. Porém, muitas profissionais, por questão de economia ou até mesmo por não possuir conhecimento, utilizam os mesmos para evitar desperdícios, o que é um erro muito grave. Outros itens como alicates, espátulas de metal, precisam de um cuidado especial na hora da higienização, devem ser lavados com produtos específicos para eliminar todo tipo de bactéria e alguns ainda necessitam passar pela autoclave. Exija e utilize materiais que não nunca usados e descartáveis.

 
Uso de alicate
 

O maior vilão dos salões de beleza é o alicate! Responsável por transmitir doenças como verrugas e até mesmo a Hepatite C. O ideal é o cliente pedir para a profissional usar os materiais ele levar, mesmo correndo o risco de não estar acostumada com os utensílios. Ou ainda procurar salões que usem outras práticas para fazer as unhas. O alicate deve ser trocado o seu alicate periodicamente. Mesmo que ele esteja sendo utilizado só por você, pode conter alguma bactéria.

 
Retirar a cutícula
 

Como citamos acima, mesmo que o alicate seja visto como o grande aliado na hora de deixar as unhas bonitas, ele traz grandes perigos quando combinado com a prática de retirar a cutícula. Esta prática acaba com a proteção natural e aumenta as chances de contrair doenças, com os cortes que o alicate pode ocasionar. Além disso, é um procedimento que pessoas com algum problema de saúde, diabetes, por exemplo, não podem realizar. Por isso, aconselho a mudar este hábito que pode machucar, deformar as unhas e até mesmo transmitir doenças. Procure métodos como o que utilizamos na Beryllos, em que não é utilizado alicate, mas uma ponta desbastadora deixando o aspecto natural da cutícula, através do afinamento e polimento, cuidando da saúde e da beleza.

 

Esterilização correta
 

Os profissionais precisam ter como meta principal a higienização dos materiais utilizados. Devem limpar, desinfetar e esterilizar. Porém, muitas vezes na correria esses três passos não são realizados ou, não são feitos de maneira adequada e podem causar alguns transtornos. O melhor é o cliente ter seu próprio kit, ou fazer a limpeza toda vez que for ao salão para evitar possíveis contaminações.

 

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